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6 de outubro de 2012

Noites do Bem no Stones Bar

Que tal curtir um som bacana fazendo uma boa ação em prol das crianças do Orfanato Madre Assunta Marchetti?



O evento será no dia 07/11 no Stones Bar, com show da banda Bee Gees Alive, e os convites custam R$ 25,00. Toda a renda será revertida em prol do Orfanato Madre Assunta Marchetti.

Os convites podem ser adquiridos pelos telefones:
(11) 2063-1269 com a Irmã Lídia
(11) 7720-5714 com Fernando

Venha desfrutar de mais uma "Noite do Bem" e participar de uma importante ação social.


5 de setembro de 2012

Especial Buenos Aires: Meu passeio favorito

Buenos Aires é uma cidade linda, com construções fabulosas e ótimos lugares para comer, mas o meu passeio favorito foi a visita ao Jardim Japonês, um oásis de verde e flores lindas em meio a cidade.

Minhas fotos mais bonitas são de lá.. Confiram:

























O sino da Paz

E depois você pode saborar os tradicionais pratos japoneses no restaurante desse Complexo Cultural e Ambiental:



Ah, os pratos era tão lindos, mas a fome tão grande, que esqueci de tirar fotinhos... =/


E aí, gostaram?


Fotos: arquivo pessoal


16 de agosto de 2012

Dica Cultural e #Promoção: Peça teatral "Quem é a fofinha?"

A companhia de teatro LÁ VEM O RIZZO apresenta no teatro APCD o espetáculo "QUEM É A FOFINHA ?", uma peça que trata, de forma bem humorada, sobre o preconceito, sobretudo em relação aos obesos.

Depois do sucesso em Portugal, a comédia de Beth Rizzo e Ênio Gonçalves estreia em São Paulo.

Sinopse:

“Quem é a fofinha?"
É a história de Mada Lena, uma mulher fora dos padrões estéticos atuais, que depois de sofrer uma decepção amorosa pela internet, busca auxílio em uma sessão de terapia em grupo. O terapeuta tenta auxiliá-la fazendo com que ela reviva vários episódios de sua vida diária. A partir daí, ela encontra respostas para descobrir, quem de fato ela é."

Serviço:

Temporada de 04 a 26 de agosto

Teatro APCD - Rua Voluntários da Pátria, 547 - Santana - São Paulo/SP.

Sábado às 21 hs e Domingo s 19 hs.

Bilheteria: 2223-2320 e 2223-2424

Texto: Beth Rizzo e Ênio Gonçalves

Direção: Ênio Gonçalves

Elenco: Beth Rizzo e Ronaldo Barbosa

Operador de Som e Luz: Nuno Beserra

Duração: 55 minutos

Faixa etária: Acima de 12 anos

Produção: Cia. de Teatro Lá vem o Rizzo"



E tem desconto no ingresso para as leitoras do blog!!!
Basta imprimir o cupom abaixo ou dizer que viu aqui no blog para pagar apenas R$ 15,00 pela entrada (o preço normal é R$ 40,00)! Aproveitem!!!



Fonte: Divulgação


13 de junho de 2012

Dancers Among Us

Quem me conhece sabe que sempre gostei de dança e tenho uma irmã (na qual eu babo!) bailarina profissional, então claro que quando eu vi essas fotos do Jordan Matter adorei de cara.

O que mais me fascina na dança, no balé classico em especial, é a beleza dos movimentos e a leveza que os bailarinos transpassam, mesmo com todo o sofrimento e esforço que sabemos estar por trás disso.

As fotos fazem parte do projeto Dancers Among Us que retrata bailarinos profissionais em situações cotidianas. John garante que as fotos não foram manipuladas digitalmente, são a mais pura expressão das artes da dança e da fotografia aliadas a horas de treinamento.











Lindo não?


10 de abril de 2012

Dica de Passeio Cultural: Rock na Oca

Começou no dia 04 de abril e vai até o dia 27 de maio a exposição "Let's Rock", "que conta em vídeos, acervos de colecionadores e fotos um pouco da história do rock. Com curadoria do músico Zé Antonio Algodoal, a mostra nos leva desde o início do movimento, lá nos anos 50, até os dias atuais, e inclui de Elvis Presley, Black Sabbath, Sex Pistols e Iggy Pop ao rock brasileiro que passa dos respeitáveis Mutantes até os atuais Cachorro Grande e questionáveis Charlie Brown Jr. Além dos caixotinhos dedicados às bandas e movimentos (discos e objetos são dispostos dentro de caixas de madeira fechados por uma tela de metal) o destaque mesmo fica, mais uma vez, para as imagens de Bob Gruen. Bom programa pra quem não entende muito sobre o assunto e quer aprender o bê-a-bá em forma de programa cultural".













Serviço:
Let´s Rock: A Exposição
4 de abril a 27 de maio
Endereço: Avenida Pedro Álvares Cabral, S/Nº, portão 3 - São Paulo 

(Oca - Parque do Ibirapuera)
Preços: R$ 20 / R$ 10 (meia-entrada para idosos e estudantes)


Fonte: Julia Petit - Petiscos e Revista Rolling Stone



9 de março de 2012

Dr. Rey x Mulher de Verdade

A semana passada a querida Carol Caran publicou em nosso blog Maggníficas um post rebatendo as afirmativas infames que o Dr. Robert Rey fez no lançamento de mais um de seus produtos. Ficou muuuuuuito bom e eu tinha de compartilhar com vocês:


"Opinião cada um tem a sua e graças aos céus, vivemos numa democracia e podemos expô-la. Mas modificar fatos é algo que me incomoda. Dia desses o Dr. Rey, cirurgião plástico bambambam de programas de TV e famosas, deu a seguinte declaração ao divulgar o seu 'milagroso' remédio 'natural' para emagrecer (qual de nós nunca viu um desses?):

'Eu amo o Brasil, chegou a hora do Brasil. Vamos deixar de lado este complexo colonial. Tudo o que o gringo faz é semideus. As companhias querem fazer dinheiro, então elas estão mentindo para vocês que plus size é bom. 'A mulher de verdade é plus size'. É mentira. Se você colocar no relógio os 10 mil anos da humanidade, por 11 horas e 55 minutos a mulher foi magrinha. Éramos caçadores. A média que caminhava um caçador era 30 km por dia e levantava peso, carregando a caça. Hoje a mulher normal anda 50 metros por dia. Da cama para o carro, do estacionamento para o trabalho, do trabalho para o carro, para casa.'

Pois eu tenho uma novidade pro Dr. Desinformado Rey. Pra começar, a humanidade tem bem mais do que 10 mil anos. E em agosto de 1908 foi descoberta uma escultura em pedra calcária, que estima-se tenha sido esculpida há 25.000 ou 30.000 anos A.C..


Essa coisinha linda e GORDA é chamada de Vênus de Willendorf, encontra-se hoje no museu de História Natural de Viena na Áustria. Alguns autores entendem 'que a corpulência representa um elevado estatuto social numa sociedade caçadora-recolectora e que, além da óbvia referência à fertilidade, a imagem podia ser também um símbolo de segurança, de sucesso e de bem-estar.'

Pra não ficar dando aula de história da arte, vamos apenas recordar expressões artísticas do ideal de beleza das civilizações ao longo dos anos: Grécia e Roma antigas (aproximadamente 2.000 A.C.), Idade Média, Renascimento e Neo-Clássico. 



Todas as eras retratam mulheres curvilíneas ou gordas, com braços roliços e evidente depósito de gordura nos quadris e abdômen. Algumas tem até celulite visível. Eu creio que possamos afirmar com alguma certeza que as moças 'retratadas' não tinham carro e nem acesso a fast food e nem acreditavam que ser gorda legal por causa de indústrias querendo vender seus produtos.

O padrão magro de beleza se insinuou nos anos 50/60 com modelos como Twiggy e a silhueta esguia de Audrey Hepburn. Nos anos 80, com a 'descoberta' da malhação, o corpo sarado passou a ser cultuado. Mas só nos anos 90/2000 foi que o mundo passou a idolatrar os dois padrões vigentes atualmente: o magro esquálido das modelos fashion e o visual musculoso e 'plastificado' (leia-se, nada natural) de muitas atrizes e modelos.



Claro que o Dr. Rey não gosta de gordos. Todos os seus serviços e produtos são feitos para pessoas que querem ter o corpo "perfeito" a todo custo. Pelo jeito, querer ganhar dinheiro não é exclusividade das empresas que "mentem" sobre plus size ser legal. 

Eu não vou jogar baixo questionando sobre o que há de verdade nas pacientes do Dr. Rey com suas lipos e próteses e colágeno. Também não nego os males da obesidade. Mas se vamos lidar com dados, quantas pessoas magras já morreram em decorrência de problemas cardíacos ou sofrem com diabetes e hipertensão? Doença é prerrogativa de gordo? Na minha humilde opinião, uma pessoa que faz 5 ou 10 cirurgias por motivos estéticos tem mais problemas que eu e meus cento e tantos centímetros de quadris. 

Eu não gosto de generalizações, mas aproveitando o equivocado exemplo do Dr. Rey, no relógio do tempo da humanidade as mulheres só seriam magras e seradas há menos de um minuto.  E quem é que não é mulher de verdade afinal? 

Você pode conferir as informações e ver outras dezenas de obras aqui."


7 de julho de 2011

São Paulo Cia. de Dança no Theatro Municipal

Quem me conhece sabe que eu sou uma irmã muito babona! Minha pequena Ammanda Rosa é meu xodó, minha bailarina profissional e contratada da São Paulo Cia. de Dança.

A SPCD acaba de voltar da Alemanha, onde se apresentou em Baden Baden, e nos dias 20 e 21 estará, pela primeira vez desde sua criação, dançando no palco do recém reinaugurado Theatro Municipal de São Paulo.

Além de ser uma ótima oportunidade de ver o Theatro Municipal, não dá para perder minha irmãzinha dançando em um teatro tão lindo, né?

A SPCD apresentará um espetáculo de cerca de uma hora e meia de duração, contendo quatro coreografias:

Serenade (1935)
Coreografia: George Balanchine (1904-1983)
Música: Serenade for Strings in C, Op. 48 (1880) de Peter Ilyitch Tchaikovsky (1840-1893)
Remontagem: Ben Huys
Figurinos: Barbara Karinska
Iluminação original: Roland Bates
Duração: 30 minutos com 26 bailarinos.

Serenade foi criada por George Balanchine para a estreia de sua School of American Ballet. O trabalho partiu de exercícios que procuravam demonstrar a seus alunos quais as diferenças fundamentais entre o bailado em sala de aula e a dança apresentada no palco. À peça, o coreógrafo incorporou formações incomuns, como um grupo de dezessete ou cinco bailarinas, e incidentes, como atraso de uma delas, o gesto que outra fizera para se proteger do sol, e a queda de uma terceira, para renovar a tradição da dança clássica.
A apresentação de Serenade, um Ballet Balanchine®, é feita mediante acordo com a The George Balanchine Trust e foi produzida de acordo com os padrões do Balanchine Style® e Balanchine Technique®, estabelecidos e fornecidos pela Trust.

Gnawa (2005)
Coreógrafo: Nacho Duato
Música: Hassan Hakmoun, Adam Rudolph, Juan Alberto Arteche, Javier Paxariño, Rabih Abou-Khalil, Velez, Kusur e Sarkissian
Figurinos: Luis Devota e Modesto Lomba
Iluminação: Nicolás Fischtel
Remontagem: Hilde Koch e Tony Fabre
Organização e produção original: Carlos Iturrioz Mediart Producciones SL (Spain)
Duração: 21 minutos e participação de 14 bailarinos

Nacho Duato se inspirou na natureza valenciana, cercada de mar e sol, e em aromas, cores e sabores mediterrâneos para criar Gnawa. Os gnawas constituem uma confraria mística adepta do islamismo. Está presente em Gnawa o reiterado interesse de Duato pela gravidade e pelo uso do solo como elementos fundamentais na constituição de sua dança. Esse interesse se renova no tom ritualístico que envolve o transe musical que conduz a (e é conduzido pela) movimentação dos corpos.

Prélude à l'après-midi d´un Faune (1994)
Coreógrafa: Marie Chouinard
Música: Prèlude à L´après-midi d´un Faune, de Claude Debussy
Figurinos: Marie Chouinard e Vandal e Luc Courchesne
Luz: Alain Lortie
Maquiagem: Jacques-Lee Pelletier
Equipe Adicional
Direção artística: Isabella Poirier
Direção de ensaio: Carol Prieur
Consultor de iluminação: François Marceau
Remodelagem de figurino: Vandal
Ensaiador: Allan Falieri
Duração: 8 minutos
Solo

Quando Stéphane Mallarmé (1842-1898) escreveu A Tarde de um Fauno, em 1876, ele queria escrever poesia para o teatro. Este poema foi o que inspirou Claude Debussy a compor Prèlude à L´après-midi d´un Faune, em 1894. Baseada no poema e com a música de Debussy, Vaslav Nijinsky (1889-1950) compôs sua primeira coreografia homônima, em 1912, em Paris. O trabalho era permeado pelo tom ritualístico e sensual e foi inspirado nos movimentos dos frisos gregos. A obra foi um escândalo para a época e chocou o público parisiense. Na primeira versão L’Après-midi d’un Faune, de Marie Chouinard em 1987, ela partiu da observação das fotos de Adolphe de Meyer, da coreografia de Nijinsky. Em 1994, a coreógrafa incorporou a música de Debussy na obra. Na coreografia Marie se valeu da horizontalidade, da bidimensionalidade, da posição das mãos retas e dos pés em rotação interna. As sete ninfas da coreografia de Nijinsky aqui se tornam luz, que aparecem e desaparecem na cena. A SPCD é a primeira Companhia no Brasil a dançar uma obra de Marie Chouinard.

Sechs Tänze (1986)
Concepção, coreografia, cenografia e figurinos: Jirí Kylián
Música: Sechs Deustsche Tänze KV 571, de Wolfgang Amadeus Mozart
Remontador: Patrick Delcroix
Desenho de luz: Joop Caboort
Adaptação técnica: Erick van Houten
Execução de figurinos e cenário para a SPCD: Fábio Brando
FCR Produções Artísticas
Duração: 13 minutos e participação de 13 bailarinos

Sechs Tänze, de Jirí Kylián é um trabalho que une dança e humor. O coreógrafo compôs seis peças aparentemente sem sentido que dialogam para protestar e fazer uma crítica aos valores vigentes à época em que as Sechs Deustsche Tänze KV 571, de Mozart, foram compostas. Nas palavras de Kylián: “A música de Mozart foi o principal elemento para a criação de Sechs Tänze. Ele deveria ser engraçado, porque entendia e sabia fazer humor. A música é muito importante em um balé, qualquer que seja ele. E nessa montagem ela é mais rápida do que a dança. Para dançar Sechs Tänze é preciso ser veloz e colocar uma máscara. É como ser e não ser você em determinados momentos. É como ser manipulado hoje, amanhã, ontem. Fingir querer ser. Ou não.” A SPCD é a primeira companhia no Brasil a dançar uma obra de Kylián.

Como comprar seus ingressos

As vendas de ingressos para todas as atividades realizadas no Theatro Municipal é feita pela empresa Ingresso Rápido e também pelos canais abaixo relacionados:
Telefone para televendas: 4003-2050
Bilheteria do Teatro - Vendas no local. Informações: 3397-0327.
Importante: apenas para entrega em domicílio será cobrada taxa.


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